#72

Pequena Gordinha

Sempre que eu passava por ela, era a mesma situação. Aquela pequena loirinha gordinha, com seus 1.48 m de altura e uns 55 kg, me olhava da cabeça aos pés, e retribuía meu sorriso com um enorme e apaixonante sorriso metálico emoldurado por lábios grossos. Eu estava na faculdade à época, e dava aulas de reforço para alunos do Ensino Médio em uma escola próxima da minha casa, e uma das minhas alunas era essa gordinha. Apesar de eu estar no Ensino Superior e ela em um degrau abaixo, tínhamos a mesma idade, pois prestei vestibular bem cedo.

Com a proximidade das provas, eu gastava mais tempo com as dificuldades individuais dos alunos, e foi durante uma dessas sessões individuais que pude ter mais contato com a gordinha. Ela dizia ter sérias dificuldades para entender Física, e me pediu para estudar junto com ela após o horário das aulas, disse que seus pais pagariam pelo meu serviço. Sua safadeza por trás das palavras era indisfarçável e, sabendo que eu me daria bem naquela brincadeira, aceitei ajudá-la em uma tarde de Sábado, sem a necessidade de ser pago por isso.

Cheguei à casa humilde da menina e não fiquei surpreso ao ver que não havia ninguém além dela no local. Ela trajava uma blusa rosa sem sutiã que deixava seus belos peitinhos em evidência, e eles capturaram meu olhar de forma imediata. Sua bundinha redonda quase estourava o short jeans curto e apertado que ela usava, e não pude deixar de reparar também no quão volumosas eram suas coxas. Enquanto ela falava comigo, eu estava hipnotizado por aqueles lábios carnudos, tudo o que eu queria era beijá-la, afinal não era segredo para nós dois a verdadeira intenção por trás do convite à minha visita.

Por mim, o ataque ocorreria alguns minutos depois, mas foi a gordinha quem tomou a iniciativa, se aproximando de mim e dizendo que me desejava desde a primeira vez que me viu. Não respondi nada, apenas beijei sua boca segurando firme em seu quadril, já cravando os dedos em sua bunda logo em seguida, roubando um suspiro da mocinha. Ela retribuiu apertando minha bunda e logo reparou no meu volume dentro da bermuda, e logo se encarregou de sentir minha verga dura com suas mãos pequenas, soltando um elogio em seguida. Minhas mãos já tocavam os peitinhos dela por baixo da blusa enquanto eu a pressionava contra a parede, e ela em paralelo abria meu zíper e iniciava uma punheta desajeitada em meu membro.

Abri logo o short da novinha e enterrei mais sua pequena calcinha entre suas nádegas, e ela retribuiu com uma mordida em meu peitoral, logo que se livrou de minha camisa. Virei-a de costas e desferi um tapa em sua bunda, que era branquinha, redonda e linda como eu imaginava, e prendia majestosamente a calcinha vermelha em seu meio. Desferi outro tapa na bunda da gordinha, deixando uma marca, e pressionei-a contra a parede, deixando meu pau duro pulsar entre suas nádegas e dizendo safadezas no ouvido da menina, ao mesmo tempo em que puxava seus cabelos.

Ela então me afastou, e ficou observando meu mastro por um instante. Safadinha, ela abriu um sorriso ao pegar no little Del e tratou de abaixar-se, colocando imediatamente meu boneco entre seus lábios carnudos. Ela chupava de forma deliciosa, engolindo o pau ao máximo e depois se divertindo mordiscando a cabeça com seu sorriso metálico. Eu já estava ficando louco de tesão, e isso se amplificou quando ela passou a me punhetar e chupar ao mesmo tempo, performance de profissional, mostrando que a inocência da loirinha estava só em seu rosto. Ela me chupou por poucos instantes, mas foi o suficiente para deixar meu pau pulsando e babando de tesão.

Me deitei no chão, completamente saciado por aquele belo boquete, mas havia algo melhor por vir. Ela ficou em pé, de costas para mim, levantou os dois braços no alto e começou a rebolar ao som da música que tocava. Como aquela gordinha rebolava bem, sua bundinha redonda balançava levemente com seus movimentos, e meu pau pulsava de prazer ansiando por adentrar aquela bucetinha carnuda.

Sem demorar muito a gordinha abaixou, com as mãos nos joelhos e foi com a bucetinha perfeita bem na direção do meu pau. Por ela estar totalmente molhada, entrou fácil, e logo ela desceu mais o corpo e engoliu toda a minha envergadura. Em seguida ela se apoiou nas minhas canelas e começou a quicar rápido, com vontade, subindo e descendo, deixando seu quadril explodir no meu, emitindo o delicioso som sexual de corpos em colapso.

Ela quicava e rebolava rápido, em um ritmo bem mais vigoroso do que eu esperava que nossa foda fosse ter, e aquilo estava me tirando do controle. Ela alternava quicadas rápidas com uma subida mais elevada e uma descida violenta. E conforme ela se movimentava daquela forma, suas nádegas se abriam revelando o cuzinho rosado e meu mastro invadindo sua bucetinha molhada e quente. Para me deixar mais louco, ela jogava seus cabelos loiros e lisos para trás com uma sensualidade ímpar.

Quando cansava de quicar, a gordinha apenas se apoiava nos joelhos e rebolava. Ela mexia todo o corpo e não apenas o quadril, mas pouco importava, visto que o efeito em meu mastro era muito eficiente. Meu pau pulsava dentro dela, a ponto de explodir em uma gozada épica, e eu já usava da força mental para me controlar e não despejar gametas no interior daquela novinha.

Mas ela resolveu que queria me tirar do sério, então voltou a segurar em minhas pernas e rebolar apenas o quadril, travando meu pau dentro de sua bucetinha. Tive que desferir dois tapas fortes naquela bundinha branca e rosada, e ela gemia gostoso para mim, me xingando e me elogiando de forma alternada, e mesmo com a música alta eu tenho certeza que os vizinhos estavam se deliciando com o gemido da gordinha.

Ela então se levantou, ficou em pé com aquela bundinha linda diante de mim e, quando achei que eu finalmente iria descansar, ela novamente desceu sobre meu pau, agora apoiando um dos joelhos no chão e o outro em perpendicular com o corpo, rebolando só o quadril com meu mastro dentro de sua bucetinha. Ela olhava para o meu pau dentro de si e dizia que estava adorando ver aquilo. Em seguida ela apoiou novamente as mãos em meus tornozelos, inclinou o corpo para a frente e voltou a quicar rápido em meu pau, um absurdo de habilidade para foder. As jogadas de cabelo para trás eram nota 10.

Seu ato seguinte foi sair da posição e ficar de quatro. Impaciente, ela começou a rebolar enquanto eu me movimentava para montar naquela loirinha. Dei uns tapas em sua bunda, dedilhei sua buceta e cuzinho, e me acocorei atrás da mocinha, colocando o pau na porta de sua bucetinha e entrando de uma vez, de cima para baixo, na clássica montada. Era a minha vez de tirar o fôlego da gordinha, e eu soquei forte o pau dentro dela, arrancando gemidos altíssimos que ecoavam pela casa.

Ela rebolava e se empinava ao seu jeito, mexendo mais a cintura do que o quadril, mas ainda assim rebolava e gritava para eu botar tudo dentro dela, socar com força, acabar com ela. Incrível como aquela putinha era safada. Peguei então em seus cabelos e soquei com mais força, e ela implorava por mais, seu corpo estremecia e mesmo assim ela pedia mais, e quando enfim ela gozou, gritou alto e se deitou de bruços, fugindo de minha vara e se estremecendo no chão enquanto arfava e gemia baixinho.

Imaginei que ela precisaria de tempo para se recompor, e observei como minha piroca estava melada e esfolada daquela bucetinha, mas ainda assim queria mais. Nisso, vi que a loirinha me observava lá do chão, mantendo aqueles olhos provocantes fixos no meu mastro, dando-me um claro sinal de que a brincadeira ainda não tinha acabado.

Ela ficou rapidamente de pé, espalmou a parede e se empinou para mim, curvando seu tronco ao máximo. Nossa diferença de altura dificultava aquela posição para mim, mas qualquer esforço era válido para comer aquela garotinha tão safada. Tão logo sentiu meu pau entrando em sua bucetinha, ela começou a rebolar, e jogava seu quadril contra o meu corpo, engolindo meu mastro com vontade. Seu mel escorria por suas coxas e se misturava ao nosso suor, que pingava em litros naquela casa quente.

Segurei firme em seus quadris e mandei vara para dentro da loirinha, que jogava os cabelos, gritava e rebolava, e dizia que era bom demais dar para mim. Bom demais era comer ela, e fazia tempo que eu não tinha uma foda tão deliciosa. Ela mexia a bunda em todas as direções, e em determinado momento jogou o tronco para baixo e jogou ainda mais a bucetinha na minha direção, sem parar de rebolar, me fazendo ir ao delírio. Eu estava a um passo de gozar, e tive que tirar o pau de dentro para controlar o ímpeto.

Ela então mandou eu deitar no chão novamente, veio por cima e sentou no meu pau outra vez, agora de frente para mim e se apoiando no meu peito, quicando rápido em minha vara, fazendo novamente o baile de seus cabelos que me tirava do sério. Seus seios pequenos e pontudos mexiam-se loucamente, e segurei os dois nas mãos enquanto a gordinha fazia o seu show.

A gordinha então fez a pergunta que eu mais queria ouvir até ali:

“Você quer meu cu?”

Respondi que sim, então ela se levantou, virou-se de costas para mim novamente e começou a rebolar em pé, colocando as mãos no joelho e empinando-se para mim, e eu, de baixo para cima via aquele cuzinho rosado piscando e sua bucetinha molhada prestes a pingar, e ela se empinava cada vez mais, fazendo meu pau arder em tesão.

Ela em seguida veio descendo devagar, com as mãos no joelho, e mandou eu posicionar o pau na direção do paraíso. Dito e feito, segurei a vara hirta na posição e ela veio lentamente, até a portinha do cu encostar na cabeça da piroca. Ela deu uma ou duas reboladas assim, e sentou. Meu pau estava totalmente molhado de sua buceta, e entrou fácil naquele cuzinho, entrou lindo. Ela deslizou até metade de minha vara com seu cuzinho, ainda com as mãos nos joelhos, e subiu novamente, para em seguida descer, e me tirar do sério com seu gemido.

A gordinha então fez charme jogando o cabelo, rebolou a bunda para os lados e se apoiou em meus tornozelos, para em seguida voltar a subir e descer devagar com meu pau em seu cuzinho. As sentadas foram ganhando velocidade e força, e ela alternava as quicadas com reboladas sensacionais, um verdadeiro espetáculo sexual daquela novinha. Em seguida ela subiu a bunda até o pau escapar, então me mandou segurar de novo e sentou, dessa vez com força, fazendo meu mastro sumir inteiro em seu cu. Ela gemeu alto, e começou a quicar rápido, subindo e descendo com força, fazendo meu pau queimar, tanto pelo tesão quanto pelo fato de estar sendo esfolado por aquele cuzinho apertado.

Ela persistiu nessa sentada forte por alguns instantes e então levantou novamente, esticando as pernas, mas sem soltar meus tornozelos. Seu cuzinho estava aberto e piscando, e então novamente ela pediu para manter a vara na posição, para que ela desse outra sentada forte, dessa vez fazendo sua bunda explodir totalmente em meu quadril, sinal que cada milímetro de minha vara estava em seu cuzinho. A menina voltou a sentar forte, e jogava o cabelo repetidas vezes pois sabia que aquilo me enlouquecia.

Em seguida ela fez charme, esticando os braços para o alto enquanto rebolava com meu pau dentro de seu cu, e então repetiu aquele esquema de apoiar um dos joelhos no chão e rebolar com a outra perna em perpendicular com o quadril. Ela era uma puta de alto nível, sensacional, e eu tinha certeza que levaria muitos anos para conhecer outra mulher como ela.

Eu disse que iria gozar, então ela se levantou e disse que queria na boca, e para isso me mandou ficar em pé, para então se ajoelhar diante de mim, sem parar de rebolar ao som da música. Com a boca bem aberta ela esperava meu jato de porra, enquanto eu masturbava a vara de forma frenética, prestes a despejar naquela novinha toda a minha virilidade incandescente.

De olhos fechados e boca bem aberta, ela recebeu minha porra em seu rosto. E abriu um sorriso quando viu que o único lugar que eu quase não acertei foi a sua boca, mas ainda assim ela recolheu tudo com os dedos e chupou cada dedo que tinha porra, para em seguida chupar meu pau e sugar os últimos resquícios de leite que sobrara ali. Segurei em seu cabelo enquanto ela me chupava o suficiente para não deixar meu pau morrer, e quando ela viu que teve seu objetivo alcançado, ficou rapidamente de quatro e mandou eu gozar em seu cu.

Não tinha como não obedecer aquela ordem, então me acocorei novamente atrás dela e montei na gordinha, socando minha vara em seu cu de uma vez, para em seguida puxar e socar com força, fazendo ela balançar os joelhos a cada estocada. Não levei nem um minuto para gozar novamente e, quando o segundo gozo vem rápido assim, é daqueles que dão uma sensação de prazer explosivo em cada célula do corpo. Foi gozar e cair para o lado, deitado e ofegante, com o coração acelerado, e a novinha deliciosa deitou sobre mim, beijando minha boca e me dizendo que fez comigo tudo o que sempre quis fazer com alguém, mas nunca tinha encontrado um cara tão disposto quanto eu.

OBS: Conteúdo fictício. Qualquer nome, local ou situação presente neste texto não possui qualquer relação com a realidade. Em caso de dúvida, leia nossa Política de Responsabilidade.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s