#73

Surpresa

Ela nem imaginava que eu estava a caminho de sua casa. No táxi, eu lhe enviava mensagens como se ainda estivesse longe, 400 km mais longe na verdade, e sem perspectiva de chegar em casa naquele dia. Do outro lado do aplicativo de mensagens, ela respondia, e se excitava com nosso papo apimentado. Quem é ela? Você já conhece leitor, ela aparece neste conto e neste conto. Essa novinha morena tem um jeito todo especial de me enlouquecer, mesmo quando estamos distantes. Depois que ela veio morar comigo, não quero outra vida que não seja me deleitar com os encantos dessa moça suculenta.

Já era tarde, faltavam alguns minutos para a minha chegada, e nossa brincadeira já tinha finalizado. Depois de um banho, já deitada na cama para dormir, ela fez questão de me mandar uma foto deliciosa, e mal sabia ela que aquela foto aumentaria ainda mais o meu desejo, que logo seria saciado. Não demorei a chegar, subi o elevador já com a trosoba em riste, e tomei o cuidado para ser o mais silencioso possível ao abrir a porta e entrar no apartamento. A porta do quarto fechada era minha cúmplice, e rapidamente fiquei apenas de cueca, caminhando de forma silenciosa rumo ao meu alvo.

Abri a porta do quarto lentamente e ela estava deitada de bruços, usando um pijama de duas peças, com shortinho curto embaixo e uma blusinha larga em cima. Observei aquela delicinha à meia luz, a forma suculenta como aquela bunda arrebitada e redonda me convidava de forma indecente. Suas nádegas mordiam o pano do short majestosamente, e sua blusinha curta deixava alguns centímetros de pele morena à mostra, que devia arder com o calor que só aquela novinha possuía.

Subi na cama pelos pés, passando a mão naquelas pernas torneadas das panturrilhas até a coxa, chegando até a bundinha e apertando por baixo do short. Ela estava sem calcinha. Tão logo sentiu a pressão de meus dedos lhe pressionando a carne, ela acordou, primeiro assustada, e depois abriu um enorme sorriso metálico de satisfação por me ver. Eu sei que ela tinha perguntas, e sei que iria dizer que quase a matei do coração, mas apenas tapei sua boca antes de beijar-lhe, sentindo aquela doce saliva inundar-me a boca e também o toque macio daqueles lábios incríveis.

Ela se virou de frente e eu me encaixei sobre ela, um contraste perfeito entre minhas enormes proporções e a pouca altura daquela novinha. Enquanto nos beijávamos, ela percorria as mãos pelas minhas costas enquanto eu esfregava meu corpo contra o dela, passando a mão em sua pele macia e deixando-a sentir minha vara pressionar o pano que separava nossos sexos. Só parei de beijar a novinha para tirar sua blusa, fazendo com que aqueles seios perfeitos viessem à liberdade. O desejo de chupá-los era quase incontrolável, mas antes tirei o short da pequena, revelando sua bucetinha ligeiramente felpuda ao deleite dos meus olhos, e era incrível a facilidade que a moreninha tinha para ficar irrigada em minha presença. Passei levemente dois dedos entre seus grandes lábios e pude visualizar a abundância de néctar da paixão.

Chupei então aqueles peitinhos um a um, lentamente, enquanto ela gemia e rebolava com meus dedos lhe invadindo a prexequinha. Em seguida desci mordiscando e lambendo sua barriga, gastando algum tempo no umbigo, para então descer em definitivo para a bucetinha e sentir a explosão do sabor daquele néctar em minha língua. Que bucetinha gostosa de chupar, leitor! Seu mel abundante tem um aroma único, algo tão saboroso e incrível que eu fazia questão de degustar sempre que possível e, se não fosse pelo desejo de pau daquela novinha, eu passaria a noite apenas chupando seu grelinho, enfiando a língua em sua gruta e mordiscando sua intimidade. Não parei meu trabalho enquanto ela não gozou, se estremecendo e arfando de prazer com minha língua.

Ela então sugeriu me pagar um boquete, e logo tratou de se livrar da minha cueca e me deixar com a trosoba fumegando em instantes, apenas com o toque de suas mãos pequenas. Ela começou a me chupar e eu cruzei os braços atrás da cabeça, fiquei apenas observando a beleza daquela cena, atuando apenas para tirar os cabelos que caíam diante do rosto enquanto ela subia e descia os lábios em meu mastro. Sua língua quente e macia acariciava-me a vara lentamente, e esse movimento se alternava com chupadas mais intensas e vigorosas, e logo eu me contorcia na cama, urrando de prazer pelo boquete incrível da novinha. Não demorou para eu gozar, encher a boquinha dela de porra, e ela bebeu cada gota sem reclamar, continuando a me chupar em seguida para não deixar o ímpeto morrer.

Tão logo minha vara voltou à plena atividade, fiz questão de colocar minha putinha de quatro na cama, e fui imediatamente para a montada, enfiando devagar meu pau de cima para baixo, acocorado atrás da delicinha. Meu pau entrava lentamente, abrindo aos poucos a bucetinha apertada da morena, e eu ficava louco com o calor daquela pepeca engolindo minha pica. Segurei seus cabelos em uma mão, dei um tapa forte em sua bunda com a outra, e comecei a socar a vara para dentro dela sem dó. Eu subia meu corpo e jogava toda a minha força contra a moreninha, fazendo-a lutar para se manter equilibrada e gritando de tesão conforme eu tentava lhe atravessar ao meio com meu pau.

Em seguida trouxe ela para a beirada da cama, mantendo-a de quatro, e fiquei em pé, em uma posição que me possibilitava foder ainda mais rápido e forte aquela bucetinha gostosa. Segurei firme os quadris da moça com as mãos e mandei vara para dentro de sua buceta, entrando e saindo com rapidez e vigor, fazendo os estalos do meu corpo contra o dela ecoarem intensos pelo quarto. A putinha agora gemia alto, gritava, urrava, me xingava e pedia mais, e eu lhe dava o que ela queria, arregaçando aquela bucetinha sem o menor pingo de dó, fazendo a cama ranger tão alto quanto a novinha ecoava seus gritos pela vizinhança. Meus tapas intensos em sua bunda perfeita começavam a deixar marcas, e ela pedia mais, queria guardar minhas impressões digitais em suas nádegas como se fosse tatuagem.

Não demorou para a moreninha gozar gostoso, estremecendo suas pernas e quase saindo da posição, mas a segurei e continuei metendo, sem deixar ela escapar, pelo menos por mais alguns instantes. Tirei então meu pau encharcado de mel daquela buceta, deitei a menina na beirada da cama agora de frente para mim, levantei suas pernas no frango assado e novamente lhe enfiei a pica. O bom dessa posição é que a bucetinha fica quase impenetrável, deliciosamente apertada, e meu pau entrava e saía com força naquele interior delicioso, fazendo a moreninha gritar e arrancar os lençóis da cama. O melhor de tudo era ver a beleza daquele rosto de menina, que combinava safadeza e inocência em proporções perfeitas. E quando então abri as pernas dela, pude ter a plena visão de todo o seu corpo. Eu a segurava na cintura e deixava meu corpo se chocar contra o dela entre suas pernas, e observava como aqueles peitos lindos bailavam ao ritmo da foda.

A empurrei então mais para cima na cama e fui no papai-e-mamãe, me encaixando entre suas pernas e sobre seu corpo pequeno, rebolando meus quadris para minha vara visitar cada milímetro do interior daquela bucetinha, e a novinha cravava as unhas nas minhas costas enquanto eu a beijava. O ritmo era selvagem, eu a fodia e só parava de lhe beijar para chamá-la de puta, de cachorra, de vadia, tudo isso ao pé do seu ouvido. Eu mandava que ela dissesse meu nome, que me chamasse de “meu macho”, e ela fazia tudo conforme eu lhe pedia, com aquela voz doce e fina, que começava a ficar rouca após tantos gritos. Concentrei toda a força que foi possível para foder aquela pequena moça de forma a lhe enterrar no colchão, e ela batia nas minhas costas, implorava por mais pica, e quando recebia o que pedia, gritava e gemia loucamente.

Ela estava gozando de novo, eu sentia a contração de seus músculos vaginais a mastigar meu pau, e eu não pude controlar meu desejo, gozando jatos intensos dentro daquela bucetinha deliciosa. Quando sentiu meus gametas em seu interior, ela deu um gemido baixinho e suspirou, beijando minha boca durante todo o período em que meu pau pulsava e morria lentamente, até escorrer para fora da mocinha. Deitei então ao seu lado, e ela veio por cima de mim, deitou em meu corpo e me beijou intensamente, sem parar, e em paralelo eu esfregava a mão pelo seu corpo, apertava sua bunda perfeita, dedilhava seu cu e sua buceta, e em questão de alguns minutos minha vara estava pronta, e o show iria recomeçar.

A moreninha se posicionou para quicar no meu pau, de frente para mim, e assim que ficou na posição, desceu de uma vez na minha vara, subindo rapidamente e descendo com força, fazendo um belo som no contato de nossos corpos. Como essa putinha senta bem, leitor! Ela se apoiava em meu peito e sentava forte, quicava como uma dançarina de funk e me enlouquecia, fazia minha vara queimar de tanto prazer naquela foda. Mas eu queria mais, queria de forma mais intensa, queria voltar a rasgar aquela delicinha e fazer ela gritar tão alto que mostrasse ao bairro inteiro que estava sendo fodida da forma certa.

Virei minha delicinha de bruços na cama rapidamente, me posicionei sobre ela e enterrei a vara sem dificuldade em sua buceta, prendendo seus cabelos nas mãos e empurrando meu corpo com força total contra o dela. Nosso suor era tão intenso que não havia ar-condicionado que desse vazão ao nosso ímpeto, e o som do contato de nossos corpos molhados era pura música.

Meti naquela bucetinha por alguns instantes e, sentindo que minha putinha estava pronta para gozar novamente, tirei o pau. Fiquei sentado apenas observando aquela bunda linda, seu cuzinho piscando e sua prexequinha aberta após minha invasão. Ela se virou e pediu para eu continuar, mas eu estava preparando o gel para lubrificar aquele cuzinho, com todo o cuidado para não estragar meu brinquedo preferido. Lambuzei o gel por toda a minha piroca e também entre as nádegas da morena, socando dois dedos dentro do rabinho para lubrificar todo o caminho da felicidade.

Deitei novamente sobre ela de bruços e invadi, lentamente, deixando meu pau deslizar centímetro a centímetro bem lentamente para o interior daquele cu apertado. Enfiei até aquela bunda tocar meu quadril, e então subi, senti ela se estremecer de tesão, e entrei novamente. Dei uma gravata em seu pescoço de leve para não deixar ela ficar sem ar, prendi seus cabelos com a outra mão e, devidamente posicionado, voltei a utilizar força total para foder a moreninha, dessa vez arregaçando seu cu, e ela gritava ainda mais alto e mais loucamente, dizendo em alto e bom som que queria ser rasgada ao meio por mim, e seu desejo era uma ordem, eu lhe fodi da forma mais violenta que era possível naquela posição, até que ela gozou.

Então eu a puxei e a coloquei de quatro, segurei novamente seus cabelos e montei, comi seu cuzinho de cima para baixo, tirando toda a pica de dentro de seu cu antes de entrar novamente, com muita força, socando minha virilidade no interior daquele rabo apertado de forma a balançar o corpo da moreninha na cama. Meti até gozar, e ela gozou junto comigo, tanto que seu mel escorria da bucetinha pelas coxas, até os joelhos.

Eu estava morto após aquela foda, definitivamente nenhuma mulher é capaz de extrair toda a minha capacidade sexual como essa moreninha consegue. E mesmo cansado, bastava olhar para aquele corpo delicioso, e minha vara começava a se animar novamente, pronto para mais uma sessão de foda sem igual.

OBS: Conteúdo fictício. Qualquer nome, local ou situação presente neste texto não possui qualquer relação com a realidade. Em caso de dúvida, leia nossa Política de Responsabilidade.

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